sábado, 28 de julho de 2018

-Tema: AVIVAMENTO “... Estes que têm transtornado o mundo chegaram também aqui” Atos 17.6 -Introdução: A Igreja Primitiva conseguiu abalar a sociedade de sua época com o poder de Deus. Quando Paulo e Silas chegaram a Tessalônica, surgiu esta notícia de que estavam perturbando o mundo com os milagres que Deus realizava através de suas vidas. John Wesley certa vez orou pedindo a Deus: “dê-me cem homens que nada temam a não ser o pecado e nada queiram senão a Deus e eu abalarei esta terra”. Deus lhe deu centenas de seguidores e pregadores do evangelho que alcançaram milhares de pessoas e abalaram o seu tempo com um dos maiores avivamentos da história. Muitas coisas estão acontecendo no mundo, mas parece que as pessoas estão adormecidas ou anestesiadas e não se despertam para Deus. A Igreja de Cristo deve ser sal e luz neste mundo (Mateus 5.14), fazendo a diferença. Uma igreja que não marca a sua sociedade e seu tempo está morna (Apocalipse 3.16). Podemos nos basear nas marcas dos primeiros cristãos, que podem nos inspirar hoje a ser uma igreja relevante. Como abalar o mundo com o poder de Deus? Vamos refletir sobre as características da Igreja Primitiva que abalaram a sociedade de seu tempo: 1- O poder do Espírito Santo: Atos 2.1-4 “Ao cumprir-se o dia de Pentecostes, estavam todos reunidos no mesmo lugar; de repente, veio do céu um som, como de um vento impetuoso, e encheu toda a casa onde estavam assentados. E apareceram, distribuídas entre eles, línguas, como de fogo, e pousou uma sobre cada um deles. Todos ficaram cheios do Espírito Santo e passaram a falar em outras línguas, segundo o Espírito lhes concedia que falassem”. A primeira e maior marca da Igreja Primitiva era a presença do Espírito Santo que manifestava o poder de Deus em suas vidas. Antes do derramamento do Espírito Santo, os cristãos estavam tímidos, fracos e desanimados. Depois, do Pentecostes, se tornaram cheios de vigor e autoridade espiritual. Deus quer levantar uma Igreja cheia da presença do Espírito Santo, não somente com seus dons (Romanos 12.1-8), mas também com o caráter cristão (Romanos 12.9-21), marcado pelos frutos do Espírito Santo (Gálatas 5.22,23). Uma Igreja cheia do Espírito Santo abala o mundo! 2- O poder da ORAÇÃO: Atos 4.31 “Tendo eles orado, tremeu o lugar onde estavam reunidos; todos ficaram cheios do Espírito Santo e, com intrepidez, anunciavam a palavra de Deus”. Outra marca da Igreja Primitiva era uma vida de oração na presença de Deus. Diante das perseguições, lutas e desafios, resolviam suas questões diante do altar do Senhor em oração. A Igreja precisa de oração. Assumindo seu papel de intercessora pelo mundo (I Crônicas 7.14). Sem oração a Igreja se enfraquece. Não devemos apenas orar quando precisamos, mas“sem cessar” (I Tessalonicenses 5.17). A vida pessoal de oração deve ser uma marca de todo cristão (Mateus 5.5). Antes de tomar nossas decisões devemos orar e não apenas reunir para fazer projetos, mas buscar a vontade e orientação de Deus para sua obra. Uma Igreja que ora abala o mundo! 3- O poder do PERDÃO: Atos 7.55-60 “Mas Estêvão, cheio do Espírito Santo, fitou os olhos no céu e viu a glória de Deus e Jesus, que estava à sua direita, e disse: Eis que vejo os céus abertos e o Filho do Homem, em pé à destra de Deus. Eles, porém, clamando em alta voz, taparam os ouvidos e, unânimes, arremeteram contra ele. E, lançando-o fora da cidade, o apedrejaram. As testemunhas deixaram suas vestes aos pés de um jovem chamado Saulo. E apedrejavam Estêvão, que invocava e dizia: Senhor Jesus, recebe o meu espírito! Então, ajoelhando-se, clamou em alta voz: Senhor, não lhes imputes este pecado! Com estas palavras, adormeceu”. Outa característica marcante da Igreja Primitiva era o perdão praticado pelos primeiros cristãos. Estêvão foi o primeiro mártir e morreu orando e perdoando seus opressores. Enquanto recebia pedradas, Estêvão olhava para o céu e via a glória de Deus. Assim deve ser a vida de um cristão diante das pedras que lhe atiram. A Igreja atual precisa ensinar mais sobre o perdão. Como cristãos, devemos mostrar quem realmente somos quando passamos por perseguições. O nosso exemplo maior é Cristo e seu sacrifício na cruz perdoando os nossos pecados. Jesus nos mandou amar e perdoar os inimigos (Mateus 5.44) e orar por eles (Mateus 6.12). Quando o povo de Deus começar a manifestar o perdão de Jesus, este mundo será abalado pelo poder de Deus. Uma Igreja que perdoa abalará este mundo! 4- O poder da CONVERSÃO: Atos 9.3-6 “Seguindo ele estrada fora, ao aproximar-se de Damasco, subitamente uma luz do céu brilhou ao seu redor, e, caindo por terra, ouviu uma voz que lhe dizia: Saulo, Saulo, por que me persegues? Ele perguntou: Quem és tu, Senhor? E a resposta foi: Eu sou Jesus, a quem tu persegues; mas levanta-te e entra na cidade, onde te dirão o que te convém fazer”. A mudança na vida das pessoas era mais uma marca da Igreja Primitiva que abalou a sociedade de seu tempo. Saulo estava entre os que apedrejaram Estêvão e foi alvo de sua oração (Atos 7.59,60). Depois Saulo teve um encontro com Jesus que transformou a sua vida para sempre. De perseguidor passou a ser perseguido (I Timóteo 1.13) e sua vida era uma prova do poder de transformação do Evangelho. A Igreja precisa anunciar o Evangelho que transforma vidas, mais do que apenas convidar para uma religião. Não serão os grandes templos, canções bonitas ou eventos grandiosos que influenciarão o mundo, mas sim, vidas convertidas pelo poder de Deus. Para mudar o mundo é preciso mudar o ser humano e somente Jesus pode mudar o ser humano. O testemunho de vida cristã é a maior forma de marketing da Igreja. Já o mal testemunho tem sido grande empecilho para a proclamação do evangelho. Uma Igreja de convertidos abalará este mundo! 5- O poder da ADORAÇÃO: Atos 16.25,26 “Por volta da meia-noite, Paulo e Silas oravam e cantavam louvores a Deus, e os demais companheiros de prisão escutavam. De repente, sobreveio tamanho terremoto, que sacudiu os alicerces da prisão; abriram-se todas as portas, e soltaram-se as cadeias de todos”. Paulo e Silas estavam presos e começaram a adorar a Deus. O poder de Deus abalou aquela prisão com um terremoto que abriu todas as cadeias. Vários testemunhos de mártires da Igreja Primitiva relatam que adoravam a Deus enquanto eram afligidos. Uma prova de que a adoração dos primeiros cristãos era verdadeira e incondicional. A Igreja atual usa muito a música como recurso de adoração, mas o mercado musical gospel nos leva a pensar se todos pensam nas palavras citadas nos cânticos e como se comportam diante dos desafios da vida. A adoração que Deus procura é “em Espírito e em verdade” (João 4.24). Quando o povo de Deus começar adorar a Deus de maneira profunda, esta terra será abalada com o poder de Deus. Uma Igreja que adora a Deus abalará este mundo! Este mundo será abalado pelo poder de Deus! -CONCLUSÃO: Hebreus 12.26-29 “aquele, cuja voz abalou, então, a terra; agora, porém, ele promete, dizendo: Ainda uma vez por todas, farei abalar não só a terra, mas também o céu. Ora, esta palavra: Ainda uma vez por todas significa a remoção dessas coisas abaladas, como tinham sido feitas, para que as coisas que não são abaladas permaneçam. Por isso, recebendo nós um reino inabalável, retenhamos a graça, pela qual sirvamos a Deus de modo agradável, com reverência e santo temor”. A Igreja dos últimos tempos tem a missão de levar o evangelho até os confins do mundo (Atos 1.8) para que Jesus volte e busque o seu povo (Marcos 13.10). Mas antes, este mundo precisa ser abalado com o poder de Deus, através de um povo cheio do Espírito Santo, vida de oração, o poder do perdão, o testemunho de conversão de vidas e o poder de uma adoração sincera. Leia mais sobre: Igreja Primitiva.

I Timóteo 6.12,13
-Introdução: Você saberia fazer uma declaração das doutrinas ou daquilo que acredita? O apóstolo Paulo diz para o jovem Timóteo que deve fazer uma “boa confissão” a respeito de sua fé, dizendo que o próprio Jesus também afirmou sua fé diante de Pilatos. Isso nos ensina que precisamos entender e saber explicar sobre o que cremos (I Pedro 3.15).
Muitos cristãos evangélicos não gostam do Credo Apostólico por atribuírem seu uso aos católicos, mas o Credo Apostólico é um dos textos mais antigos do cristianismo, anterior ao catolicismo em si. Podemos conferir as expressões do texto do Credo Apostólico com as Escrituras e ver se estão de acordo com a sã doutrina cristã (Tito 2.1).

Qual o significado do Credo Apostólico?

Vamos estudar a respeito do texto do Credo Apostólico e meditar em suas palavras:
O que é o Credo Apostólico?
A palavra ‘credo’ significa ‘creio’, como de comum nos tempos antigos os textos tinham por nome sua primeira palavra. É apostólico por ter sido atribuído aos apóstolos e muito mais do que isso, porque está de acordo com a doutrina dos apóstolos.

História:

O credo que conhecemos foi sendo composto com o tempo, por volta do século II1, começando com suas primeiras frases até no Concílio de Nicéia em 325 d.C. se concluiu sobre a Doutrina da Trindade que inspirou a base doutrinária presente no Credo que foi considerado completo no concílio de Constantinopla em 381 d.C.

Justificativa:

O objetivo de ter um Credo ou afirmação de fé seria resumir a doutrina cristã em um texto que pudesse ser entendido por todos e proteger contra heresias ou novos ensinamentos2. Por isso os apologistas, ou defensores da fé cristã se basearam no texto do credo para combater falsos ensinos ou influências externas ao cristianismo.
O povo de Deus tinha suas confissões de fé como no Antigo Testamento o Shemá (ouve) que os judeus usam até os dias atuais repetindo três vezes ao dia (Deuteronômio 6.4-9; 11.13-21 e Números 15.37-41). No Novo Testamento encontramos várias declarações de fé como as referências à “doutrina dos apóstolos” (Atos 2.42), as declarações de que “Jesus Cristo é o Senhor” (Filipenses 2.11) e “Jesus Cristo Filho de Deus” (Atos 8.37, Mateus 16.16) como diversas outras, eram usadas como expressões da fé cristã.
Toda igreja séria tem uma base doutrinária onde norteia seus ensinamentos. A Reforma Protestante aboliu ensinamentos externos à Bíblia e manteve princípios originados na era apostólica pelos Pais da Igreja3.

Uso do Credo:

O credo era usado como uma confissão de fé. Os mártires eram interrogados sobre sua fé antes de serem torturados e mortos, então muitos deles recitavam esta afirmação de fé que era uma confissão condenatória diante dos algozes (Apocalipse 2.13).
Basicamente o Credo era usado de duas formas:
a) DOUTRINÁRIAComo uma poesia onde se continha o conteúdo da doutrina cristã de forma resumida que os fiéis poderiam recitar declarando sua fé. Era usado como roteiro de estudo doutrinário de novos convertidos, sendo material didático para o ensino pedagógico das doutrinas cristãs. Várias expressões presentes no Credo são respostas a heresias que surgiram como de que Maria não era virgem ou que Jesus não teria ressuscitado.
b) LITÚRGICANo momento de sua profissão de fé e batismo o novo convertido, que havia aprendido com o Credo, sobre sua fé, declarava o mesmo afirmando o que crê (Romanos 10.9). Com o tempo a Igreja adotou o texto do Credo como afirmação de fé nos cultos como na Santa Ceia.
-OBSERVAÇÃO: Não recomendamos o uso do credo em cultos como uma forma de reza. Mas cada igreja e seu pastor tem a sua recomendação a respeito, o que deve ser respeitado. Enfatizamos aqui o significado doutrinário das palavras do texto original do Credo Apostólico.

O texto do Credo:

Creio em Deus Pai Todo-Poderoso,
Criador dos céus e da terra;
E em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor;
O qual foi concebido por obra do Espírito Santo;
Nasceu da virgem, Maria;
Padeceu sob o poder de Pôncio Pilatos;
Foi crucificado, morto e sepultado; desceu ao Hades *
E ao terceiro dia, ressurgiu dos mortos;
Subiu ao céu e está assentado à destra de Deus Pai, Todo-Poderoso,
de onde há de vir para julgar os vivos e os mortos;
Creio no Espírito Santo,
Na Santa Igreja Católica,**
Na comunhão dos santos,
Na remissão dos pecados,
Na ressurreição do corpo
E na vida eterna. Amém.

Variações do Credo:

* “desceu ao Hades” ou à “mansão dos mortos”: muitas igrejas adotam a versão tradicional que contém a afirmação de que Jesus foi ao inferno tomar as chaves da morte (I Pedro 3.18-22 e Apocalipse 1.18). A inserção deste trecho no Credo foi nos séculos V e VI.
** “santa Igreja Católica” ou “igreja universal”: no meio protestante usamos apenas “igreja de Cristo” para não se confundir com a Igreja Católica Romana.
As duas variações acima foram incluídas depois de muito tempo pela Igreja Católica e não são aceitos pelos protestantes.

O Formato do Credo

Por muito tempo foi contada uma lenda de que os doze apóstolos compuseram o credo, cada um contribuindo com uma frase, mas na verdade o Credo é Apostólico por estar de acordo com a doutrina dos apóstolos (Atos 2.42) e não por ter sido composto por eles.
O texto do credo tem doze partes muito claras, como doze afirmações de fé. Mas podemos também perceber que seu conteúdo é trinitário, ou seja, contém três blocos iniciados pela expressão “Creio” se referindo às três pessoas da Trindade e às três maiores obras Divinas: criação, salvação e santificação.
Vejamos o Credo em três blocos:
1º A Criação:
Creio em Deus Pai, todo-poderoso,
Criador do céu e da terra.
2º - A Salvação:
E em Jesus Cristo, seu Filho unigênito, nosso Senhor,
o qual foi concebido pelo Espírito Santo,
nasceu da virgem Maria,
padeceu sob o poder de Pôncio Pilatos,
foi crucificado, morto e sepultado,
ressuscitou no terceiro dia,
subiu ao céu,
e está sentado à direita de Deus Pai, todo-poderoso,
de onde virá para julgar os vivos e os mortos.
3º - A Santificação:
Creio no Espírito Santo,
na santa Igreja de Cristo,
na comunhão dos santos,
na remissão dos pecados,
na ressurreição do corpo
e na vida eterna. Amém.
A primeira Parte do Credo afirma a fé no Deus Criador, a segunda fala sobre a obra salvífica de Cristo e a terceira sobre o poder do Espírito Santo sobre a vida do cristão.
Vamos analisar cada uma das doze frases do Credo e conferir com referências bíblicas:
1. Creio em Deus Pai Todo-poderoso, o Criador dos céus e da terra (Gênesis 17.1 e I Pedro 1.2).
     Afirmação de que tudo o que existe foi criado por Deus. Uma base para a doutrina criacionista.
2. E em Jesus Cristo, o seu único Filho, o nosso Senhor (João 3.16 e II João 1.3);
     Jesus Cristo é o Filho de Deus, unigênito, pois não existe outro igual.
3. que foi concebido pelo Espírito Santo, nasceu da virgem Maria (Mateus 1.20);
     Declaração de que o nascimento virginal de Jesus foi conforme a profecia (Isaías 7.14). Este argumento foi incluído no Credo como resposta a heresias que diziam que Jesus não nasceu de forma milagrosa através de uma virgem, mas que seria um filho normal de José e Maria4. O fato de reconhecer a virgindade de Maria até o nascimento de Cristo não significa idolatrá-la como santa nem mesmo negar que teve filhos após o nascimento de Jesus (Mateus 1.25 e Marcos 6.3).
4. padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado (Lucas 3.1 e 23.1-25);
     Este dado foi incluído para marcar a data, ou período, visto que não existiam calendários. Era costume associar tempos ou épocas aos governantes em exercício.
5. e ao terceiro dia ressuscitou dentre os mortos (Marcos 9.31);
     Também para confirmar a doutrina da ressurreição de Cristo que também sofreu vários ataques de grupos Gnósticos que deturpava o surgimento de Cristo ressurreto em corpo dizendo que teria aparecido apenas em espírito 5.
6. subiu ao céu e está assentado a direita de Deus Pai Todo-poderoso(Atos 1.10 e Hebreus 1.3);
O poder de Cristo ressurreto sobre todas as coisas assumindo sua Divindade.
7. de onde virá para julgar os vivos e os mortos (Mateus 25.31-46 e II Timóteo 4.1).
     Jesus como supremo juiz de todos os seres humanos em todos os tempos.
8. Creio no Espírito Santo (João 14.26);
     A fé na pessoa do Espírito Santo como sustentador da igreja e de todos os cristãos.
9. na santa Igreja de Cristo, na comunhão dos santos (I Coríntios 10.16 e 12.27);
A Igreja como Corpo de Cristo, representando a presença Divina na terra como agentes do Reino de Deus.
10. no perdão dos pecados (I João 1.7-9);
     O perdão de Deus para todos os pecadores.
11. na ressurreição do corpo (Filipenses 3.10,11);
     A crença na ressurreição é reafirmada combatendo heresias gnósticas de que não é necessário reviver o corpo5.
12. e na vida eterna. Amém. (João 6.46).
     A vida além da morte, ou a eternidade para todo o sempre para aqueles que serão salvos.

Você precisa entender o que acredita?

- CONCLUSÃO:

O credo não deve ser usado como uma ‘reza’ (Mateus 6.7), mas pode ser tido como um texto histórico que condensa toda a doutrina cristã e pode ser usado como base para estudo, bem como também pode ser recitado com propósito de memorização destas doutrinas em reuniões onde se deseja declarar pura fé do cristianismo.
Não existe nenhum valor místico no Credo Apostólico como uma crendice de que se pressentir qualquer mal, rezar o credo que teria poderes protetores.
O principal objetivo de estudar o texto do Credo Apostólico em conformidade com a Bíblia é porque precisamos resgatar a pureza e firmeza da fé cristã e reformar novamente a Igreja voltando ao seu princípio como a Igreja Primitiva6. Se queremos resgatar as doutrinas cristãs primitivas, os doze artigos do Credo Apostólico podem ser uma base sólida para o estudo. 
Existem igrejas que formulam sua própria declaração de fé, o que é muito positivo e útil para definir suas doutrinas.



Fonte: http://vivendoapalavradejesus.blogspot.com/

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