quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

ORAÇÃO - UM APÓSTOLO DE ORAÇÃO




TEMA: Orações Paulinas em quatro de suas Igrejas.
PROPÓSITO: Promover uma dinâmica nos momentos da oração, estimulando a Igreja orar por pedidos que o apóstolo Paulo fez e que, ainda hoje, podem  expressar nossa necessidade como Igreja.
TEXTO: Jo. 15.7
TESE:  A oração atende as necessidades gerais de uma Igreja.

INTRODUÇÃO
Martinho Lutero, o grande reformador, falando a respeito da oração, encontrou nelas um motivo para dedicar tempo: “Trabalhar, trabalhar, trabalhar, desde a manhã até à tarde tenho tanto que fazer que creio que terei de gastar as minhas três primeiras horas em oração”.
Falaremos hoje da importância de dedicarmos tempo à oração em prol de nossa Igreja que, desde sua origem tem sido chamada a trabalhar.

I.                   À IGREJA DE FILIPOS.

A)    A primeira mensão que o NT faz de Filipos se encontra em At.16.12.
B)     Era uma importante cidade da macedônia, primeira do distrito e colônia de Roma.
C)    A Igreja de Filipos foi a primeira em solo europeu. Era formada em sua maior parte por pagãos convertidos ao cristianismo.
D)    O pedido de Oração – Filp. 1.9-11
1.      Que o amor aumente mais e mais em pleno conhecimento e percepção.
2.      Que sejamos sinceros e inculpáveis para o Dia de Cristo.
II.                À IGREJA DE ÉFESO.
A)    Capital da província romana da Ásia e residência oficial do governador.
B)     Atos faz referencia a duas visitas de Paulo à Éfeso (At.18.19-21; 19.1à 20:1,31).
C)    Esta carta é provavelmente uma carta circular destinada a diversas congregações, e seu tema central é a unidade da Igreja e de toda criação.
D)    O pedido de Oração – Ef. 3.14-21.
1.      Sejais fortalecidos com o poder do Espírito Santo.
2.      Que Cristo habite em nosso coração, pela fé, em amor.
III.             À IGREJA DE TESSALÔNICA.
A)    Capital da província romana da Macedônia.
B)     É a carta mais antiga do apóstolo e provavelmente o documento mais antigo do NT.
C)    Em Tessalônica Paulo teve bons frutos na conversão de uma “numerosa multidão de gregos piedosos e muitas distintas mulheres” (At.17.4), como também dificuldades com os judeus que acabaram-no obrigando a sair de lá (At.17.5-10).
D)    O pedido de Oração – II Ts. 3.1,2.
1.      Para que a Palavra de Deus se propague e seja glorificada;
2.      Para que sejamos livres dos homens perversos e maus.

IV.              À IGREJA DE COLOSSO.
A)    Pertencia a província romana da Ásia.
B)     A pregação do evangelho nesta cidade foi confiada a Epafras (4.11).
C)    Os crentes eram de procedencia gentilica, que em sua maioria havia professado alguma forma de culto pagão.
D)    O pedido de Oração – Cl.1.9-12.
1.      Que transbordeis em pleno conhecimento da vontade de Deus;
2.      Que vivamos de modo digno do Senhor.

CONCLUSÃO
Todo e qualquer pedido feito à Deus deverá ser feito com fé.
Em uma oportunidade, em certo povoado, os habitantes decidiram concentra-se em uma data definida com o propósito de orar a Deus, cada um de acordo com suas convicções, para que chovesse, pois a seca ameaçava consumir a todos na ruína. O dia e horas foram marcados e todos acorreram à praça do pequeno povoado. Todos tinham confiança que Deus poderia responder à oração. Mas a única que levou guarda-chuva foi uma menina de oito anos[1].
A fé não é sentimento. É confiança, simplesmente confiança. Pode-se Ter confiança em Jesus de que ele atenderá nossas orações? Crê você nÊle?




[1] Do sermonário Evangelístico do Pr. Emilio Abdala, A esperança é Jesus – Impacto2001, pg. 22b.













Fonte: http://sermoes.com.br/sermoes.phphttp://sermoes.com.br/sermoes.php

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