A
ESPERANÇA EM MEIO AO DESESPERO
Assunto: Confiança em Deus.
Objetivo: Melhorar a vida de oração.
Tese: Deus ajuda nos momentos de
dificuldades.
Texto: 36:4 a 37:38.
INTRODUÇÃO
Ezequias foi o décimo terceiro rei de Judá. Em
sua maior parte, ele foi um bom governante e terminou com as práticas de seu
pai, reparou o templo, restaurou os serviços religiosos e celebrou a Páscoa.
Apesar de não ter dado atenção à palavra do Senhor através do profeta Isaías,
quando entrou em aliança com o Egito e a Etiópia, ele não rejeitou
completamente a Deus. Mas Ezequias herdou alguns assuntos problemáticos do seu
pai. Um deles foi à decisão de deixar Judá como um estado vassalo da Assíria (I
Rs 16:8) que impôs um pagamento anual de pesados tributos.[1]
Porém Ezequias decidiu também por fim àquela humilhação.
I A CRISE: v. 36:4. Por causa da decisão de
Ezequias acabar com a exploração assíria, o rei Senaqueribe havia invadido
Judá, Jerusalém cercada e desprotegida lamentavam sua eminente destruição. Com
os assírios a porta é enviada a mensagem desafiadora: “Que confiança é essa em
que te estribas?” (Isa 36:4). A confiança nas alianças humanas, na supremacia
tecnológica ou na estratégia não pode ser a resposta final às nossas crises.
Ezequias não confiava em sua própria força, mas depositava sua confiança no
Senhor, o que nunca é uma ilusão ou fuga da realidade. É a armadura da alma, a
força do coração e o arauto da esperança.[2]
II A ORAÇÃO: 37:16-20. Senaqueribe, o chefe
assírio tentava minar a confiança de Ezequias (v.10-13), e manda mensageiros
com uma carta ameaçadora, como que dizendo: “Vocês não tem saída”, e realmente
humanamente falando não havia saída para Ezequias e seu povo. Mas quando as
situações da vida se tornam um beco sem saída, Deus é a solução. Ezequias então
se apressa para Casa do Senhor (v.14). Aonde mais ele poderia ir? A crise deve
nos levar primeiro aos joelhos. Ezequias desesperadamente ora, e estende a
carta, seus problemas, sua vida diante do Senhor dos Exércitos. Sua oração é um
reconhecimento e uma súplica. Ezequias súplica uma coisa só: “Ó Senhor, nosso
Deus, livra-nos” (v.20).[3]
Ilustração: O Dr. H. C. Tucker, missionário no Brasil
por muitos anos, conta um fato interessante de sua mocidade, sobre o poder da
oração. Quando veio pela primeira vez à nossa terra, viajava pelo interior,
pregando o evangelho e vendendo Bíblias. Num certo lugar, ele foi cercado por
um grupo de homens que queriam matá-lo. O jovem missionário ficou com medo a
principio, mas sentiu-se animado e, começou a pregar o evangelho ao homem que
lhe apontava a arma. Pouco depois a arma caia por terra, e o missionário pode
prosseguir viagem. Dias mais tarde, o Dr. Tucker recebeu dos Estados Unidos uma
carta de sua velha mãe, dizendo que, enquanto ela lhe escrevia, tivera o
pressentimento de que ele estava em perigo e se ajoelhara em oração a seu
favor. Isto acontecera na hora exata em que ele enfrentava aqueles homens! O
Dr. Tucker diz até hoje que deve sua vida à resposta da oração de sua mãe,
naquela ocasião.[4]
III VITÓRIA: v.36-38. Quando confiamos que o
Senhor é a nossa salvação, quem pode nos destruir? Nada, nem ninguém, pois a
salvação daquele que confia nEle é a maior prioridade de Deus. As Escrituras
nos diz que naquele dia Deus ouviu a oração de Ezequias e enviou Seu Anjo que
destruiu os milhares de soldados assírios, e ao acordarem pela manhã, em volta
de Jerusalém só havia cadáveres. O próprio rei Senaqueribe posteriormente foi
assassinado. Deus deu a vitória e livrou Ezequias e seu povo dos assírios.
CONCLUSÃO
Portanto quando os problemas aparecem na
vida, a saída é buscar a Deus em oração. Ezequias orou, e como ele se orarmos,
Deus pode fazer por nós o que não faria se não orássemos. A oração foi
respondida, a vitória foi dada. Como Ezequias devemos ter a Deus como nosso
refúgio e certamente também teremos a vitória.
Apelo: Quantos gostariam hoje, de como
Ezequias estender seus problemas, sua vida no altar do Senhor? Quantos
gostariam de dizer “Senhor minha vida está em Tuas mãos?”.
[1]
Beatrice S. Nean, As grandes orações da
Bíblia, Lição da Escola Sabatina, janeiro a março de 2001, 89.
[2] “Prayed”, [II Rs 20:2], The
Seventh-day Adventist Bible Commentary. Ed. Francis D. Nichol (Hagertown,
MD: Reviewn and Herald, 1976), 2:966.
[3] Ibid.
[4]
Natanael B. Almeida, Coletânea de
ilustrações (São Paulo: Vida Nova, 2000), 135.
Fonte: http://sermoes.com.br/sermoes.phphttp://sermoes.com.br/sermoes.php
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