NOSSO SALVADOR.
ASSUNTO: Salvação.
OBJETIVO: Mostrar que
Há solução para o pecado.
TEXTO: Romanos 8:22,
23.
TESE: Cristo é o único
mediador.
INTRODUÇÃO:
Todo o universo foi
atestado pelo pecado, isto vos é lembrado de muitas maneiras. A natureza do seu
testemunho em tais calamidades como: terremoto, inundações, furacões,
tempestades, etc. A humanidade reflete a terrível realidade, divórcios, guerras
e crimes. Desde o pecado de nossos primeiros pais, existe uma sensação de
terror em toda universo. Desde então
carecemos de um mediador.
I. Cristo Foi
Predestinado a Ser Nosso Fiador
1- ...Mas pelo sangue
precioso, como de cordeiro sem defeito e sem mácula, o sangue de Cristo,
conhecido com efeito, antes da fundação do mundo. Porém manifestado no fim dos
tempos, por amor de vós... (I Pe. 1:19,20).
Nos eternos conselhos
de Deus, fosse o redentor do homem. O plano foi estudado e estabelecido
cuidadosamente, não foi por conta do acaso que se tornou o cordeiro de Deus,
que tira o pecado do mundo. “Perante o Pai pleiteou Ele em prol do pecador,
enquanto a hoste celestial aguardava o resultado com um interesse que palavras
não podem exprimir. Mais prolongada foi aquela comunhão misteriosa ‘o conselho
da paz’, em prol dos decaídos filhos dos homens. O plano da salvação fora
estabelecer antes da fundação da terra. Foi contudo, uma luta, mesmo para o rei
do universo, entregar seu filho para morrer pela raça humana”.[1]
II. Só Ele Poderia Nos
Salvar.
1- “Ninguém, a não ser
Cristo, poderia redimir da maldição da lei o homem decaído, e levá-lo novamente
a harmonia com o céu. Cristo tomara sobre si a culpa e a ignomínia do pecado,
pecado tão ofensivo para um Deus santo que deveria separar entre si. O Pai do
Filho. Cristo atingiria as profundidades da miséria para libertar a raça que
fora arruinada.[2]
A desobediência a Deus
causada pelo homem, causou um mal tão grande que nem mesmo um anjo não teria
condição de livrá-lo de tal culpa, somente um Deus todo poderoso não criado,
poderia assumir o papel de mediador.
O pecado causou um
choque por todo o universo. O próprio céu foi grandemente afetado. A tristeza
se alastrou por toda a parte. A terra ficaria isolada para sempre, a situação
era de perdição, de morte eterna. Mas logo que ocorreu o pecado, Jesus se interpôs.
Ele reconheceu seu papel como mediador e substituto da raça humana, pois só ele
teria essas qualidades.
“Então vi, no meio do
trono e dos quatros seres viventes e entre os anciãos, de pé, um cordeiro como
tinha sido morto. Ele tinha sete chifres, bem como sete olhos, que são os sete
espíritos de Deus enviado a terra”.(Ap. 5:6)
No ponto focal da
visão de João está Jesus. ele tem todo poder (sete chifres), é onisciente (sete
olhos) e através do Espírito Santo está presente em toda parte. A Jesus, a Segunda
pessoa da divindade, foi designada a tarefa de ser aquele, dentre a divindade
que pode revelar Deus aos seres perdidos.
2- Jesus aceitou de
bom grado e voluntariamente a pavorosa incumbência de fazer tudo quanto fosse
necessário para reconciliar Deus e a humanidade. Cristo bem sabia que isso ia
resultar em dor, sofrimento e morte.
porque Cristo
enfrentaria todos esses problemas? Cristo é Deus criador, (Gn. 1:26) diz: Disse
Deus: façamos o homem a nossa imagem e semelhança... todo criador ama sua criatura,
se não, não à faria. Quando um criador cria alguma coisa, ele faz com todo
carinho e da melhor forma possível, e quando por uma fatalidade ele perde
aquilo que Ele criou, ele faz de tudo para reencontrar o que perdeu.
ILUSTRAÇÃO:
Conta-se a história de
um menino de família pobre que morava numa roça. Como seus pais não tinham
dinheiro pra lhe comprar brinquedos, ele mesmo fazia os seus. Está acostumado
fazer seus próprios inventos, pois a muito vinha fazendo. Certo dia ele fez um
brinquedo de madeira, que ele considerou o melhor de seus inventos. Perto da
sua casa havia um riacho de água corrente constante. Todos os dias Pedrinho ia
aquele riacho brincar com seu barquinho. Ele colocava-o no rio, a água ia
levando e Pedrinho corria a margem do rio e mais na frente pegava o barco e
volva pra fazer o mesmo, e isso acontecia por várias vezes. Certo dia depois de
repetir várias vezes sua brincadeira costumeira, depois de soltar o barquinho
na água, correu pra pegá-lo embaixo, esperou por vários momentos, mas o barco
não chegou. Antes do barco chegar ao seu dono, um outro mesmo estava esperando
e pegou o barco levando-se para si. O mesmo chorou e muito se entristeceu por
ter o seu barquinho. Muitos dias se passaram, mas o menino não perdia a fé de
um dia ter de volta o seu barco, pois estava à pagar qualquer preço por ele. Um
dia ele foi à cidade mais próxima com seu pai, era uma cidade pequena e ali
tinha um senhor que vendia objetos usados. O menino resolveu ir neste local
olhar os brinquedos. Ao chegar lá teve uma grande surpresa ao ver que seu
querido barquinho estava ali no meio de outros brinquedos. O barquinho estava
todo quebrado, mas ele o reconheceu, pois ele o criara e com muito carinho.
Agindo por impulso disse: esse barquinho é meu. O senhor falou, pode até ter
sido seu mas agora é meu, alguém tomou de você. O menino perguntou: E quanto
custa? O senhor falou o preço muitíssimo alto que o menino não podia pagar. O
menino falou: Guarde-o, não o venda para alguém, pois vou trabalhar alguns
meses e venho lhe comprar. Assim aconteceu, o menino sem poder trabalhou na
roça em um serviço pesado por alguns meses juntando o dinheiro que ganhava sem
gastar com qualquer outro coisa. Completou o dinheiro exigido pelo homem que
estava com o barco, foi na cidade e resgatou o barquinho que um dia criar com
tanto amor e alguém lhe tomou.
Essa é uma pequena
ilustração que podemos comparar com o que aconteceu com Cristo e nós seres
humanos. Só Ele por ser nosso criador poderia pagar o preço exigido por Satanás
pra nos tirar da morte eterna. Foi um preço muito alto, só um criador perfeito
e amoroso podia pagar.
CONCLUSÃO:
Porém, não nenhum em
todo o universo que nos limpe do pecado a não ser Deus que se fez homem,
habitou entre nós, sofreu, mas hoje está à destra de Deus no santuário
celestial, Pois, constantemente devemos estar em comunhão com Ele, e assim
seremos aprovados quando ele voltar.
APELO:
Quantos gostariam de dizes, sim a
Jesus, como resposta a pergunta que ele faz: você quer ganhar a vida eterna? Eu
já paguei o preço por você.
[1]
Ellen G. White, Patriarcas e profetas,
(Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 1993), 57,58.
[2]
Ibid., 57.
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