RESULTADOS ETERNOS
ASSUNTO: Lar e
Família.
OBJETIVO:
Conscientizar os pais da importância dos primeiros ensinos do lar cristão
TEXTO: 2Rs 5:2-4.
TESE: A educação
cristã determina uma boa conduta.
INTRODUÇÃO:
Embora implícita, encontramos neste texto a lição de que uma autêntica
educação cristã determina uma futura boa conduta. Portanto, os pais devem dar
grande importância aos primeiros ensinos do lar. Pois uma conduta de confiança
e honra a Deus e respeito aos semelhantes são conseqüências do cumprimento, por
parte dos pais, de uma boa educação, que é fundamentada em Cristo.
Mas, quando essa boa conduta é exteriorizada? Vejamos.
I. Nas Adversidades
a) Perdas
“Ben-Hadade, rei da Síria, havia derrotado os exércitos de Israel na
batalha em que resultou a morte de Acabe. Desde esse tempo, os sírios tinham
mantido contra Israel uma constante guerrilha; e numa de suas incursões,
levaram prisioneira uma menina, que na terra do seu cativeiro ficou a serviço
da mulher de Naamã”.[1]
A pequena jovem hebréia foi levada de seus pais e os demais familiares
para um lar desconhecido e pagão. Mesmo diante de uma situação adversa e
dolorosa (perdeu sua família, amigos, lar, etc.), ela continuou respeitando e
honrando a Deus.
ILUSTRAÇÃO:
Quando tinha 16 anos fui para o internato. Era praticamente a primeira
vez que saía de casa. Fiquei meses sem ver minha família. A solidão e a saudade
(dos meus pais, irmãos, amigos, igreja de origem, do meu quarto, etc.) eram
grandes. Então, lembrava da orientação dos meus pais, de buscar a Deus em todos
os momentos, inclusive diante das adversidades. Ao olhar para trás vi quantas
vitórias já havida obtido com esse método. Então, buscava a Deus e encontrava forças.
Apesar de ter sido difícil de suportar, principalmente a saudade da família,
esse episódio de minha vida é apenas um protótipo do que a jovem hebréia viveu.
b) Na Humilhação
A pequena jovem hebréia vivia na casa do capitão do exército sírio como
uma escrava, obrigada a servir. Ela “deve haver prestado um serviço fiel; do contrário
não havia sido empregada na cada de um funcionário tão importante”.[2]
II. Do Testemunho
a) Refletindo uma conduta divina
Referindo-se à conduta da pequena jovem hebréia, no período em que
vivia na casa de Naamã, Ellen White expressa: “A maneira como se comportou
neste lar pagão é um forte testemunho do poder dos primeiros ensinamentos do
lar”.[3]
Mesmo estando diante do homem que era o capitão do exército que lhe
arrancou do seio de sua família e a levou para um outro país, não exerceu uma
conduta de desrespeito ou rebeldia, mas o tratou com diligência; não
desejou-lhe o mal.
b) Apontando Deus
O v. 3, “oxalá o meu senhor tivesse diante do profeta que está em
Samaria! Ele o restauraria da sua lepra”.
Ela confiava piamente no poder de Deus por intermédio do profeta
Eliseu, e tinha em sua mente a recordação das grandiosas obras que este profeta
havia feito em Israel. “Pois os pais da menina hebréia lhe haviam ensinado que
para Deus não havia nada impossível”.[4] O
testemunho dado pela pequena jovem em favor de Deus, em uma terra estranha foi
uma conseqüência da educação oferecida por seus pais. A esperança que Naamã
tinha de que Deus poderia curá-lo originou-se da fé testemunhada pela pequena
jovem escrava.
CONCLUSÃO:
Portanto, uma autêntica educação cristã determina nos filhos uma boa
conduta ou uma proximidade tão grande de Deus que mesmo a despeito de todas as
adversidades, como perdas e humilhações, a confiança nEle é mantida. E ainda
mais: essa conduta de paciência, fé, honra, fidelidade, confiança, etc.,
refletirão o amor e poder de Deus, e O apontará para aqueles que não O
conhecem.
APELO:
Quantos dos pais presentes, conscientizando-se de que não sabem em que
setor os seus filhos poderão ser chamados a servir, querem consagrar-se ao
Senhor para que a educação que lhes oferece seja direcionada por Deus?
Fiquem de pé e obtenham a bênção que será dada através da oração final.
[1]
Ellen G. White, Profetas e reis
(Santo André, SP: Casa Publicadora Brasileira, 1981), 237.
[2] Comentário bíblico adventista del séptimo
dia (CBASD), ed. Francis D. Nichol (Buenos Aires:
Pacific Press Publishing Association, 1987), 2:871.
[3] White, 237.
[4] CBASD, 872.
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