PR. ALEJANDRO BULLÓN
"O texto para a mensagem de hoje encontra-se em João
19:26 e 27: "Ora Jesus, vendo ali sua mãe, e que o discípulo a quem ele
amava estava presente, disse a sua mãe: Mulher, eis aí o teu filho.
Depois disse ao discípulo: Eis aí tua mãe. E desde aquela hora o
discípulo recebeu Maria em sua casa."
A terceira palavra de Jesus na cruz revela que vida
cristã não é somente ir à igreja, ler a Bíblia, fazer oração, e fazer
trabalho missionário. Vida cristã é também o cumprimento fiel dos
deveres desta vida com a nossa família e com a sociedade.
Cristo cumpriu Seu papel de Filho neste mundo. Ele
não foi embora sem assegurar o futuro de Sua mãe. Ele não morreu sem
antes ter a certeza de que alguém iria substituí-Lo nas Suas
responsabilidades de filho.
O texto bíblico diz que perto da cruz estavam Sua mãe
Maria e João, o discípulo que Ele amava. É interessante notar que as
duas únicas pessoas, mencionadas por nome na Bíblia, que acompanharam
Jesus até o fim, foram a Sua mãe, uma mulher que viveu uma vida de
comunhão extraordinária e maravilhosa com o Filho, e João, alguém que
sem ter um vínculo familiar, desenvolveu também um companheirismo muito
especial com Jesus.
Vamos imaginar um pouco a situação de Maria. Imaginem
essa jovenzinha recebendo a visita do anjo anunciando-lhe que ficaria
grávida, e que abrigaria em seu ventre o fruto do Espírito Santo.
Imaginem seu desespero ao querer que o anjo entendesse que ela não teria
como explicar ao mundo essa gravidez estranha. As coisas naquele tempo
eram como hoje. Imaginem se hoje alguém aparecesse dizendo que está
grávida do Espírito Santo!
Mas Deus tem Seus planos maravilhosos e eles, quase
sempre, vão contra tudo aquilo que o homem pensa. Ninguém é capaz de
deter as grandes obras de Deus. Você pode até tentar driblar os planos
divinos ou caçoar deles, mas Deus os realizará mais cedo ou mais tarde,
de um jeito ou de outro, com os homens ou sem eles. No caso de Maria,
Deus cumpriu Seu plano.
Jesus cresceu sob o cuidado protetor de Sua mãe. Essa
mãe cuidou muito bem de seu Filho e deu o melhor que pôde para ele. Ela
sabia que esse Filho teria um fim triste, pois quando ela o levou para o
templo pela primeira vez, Simão profetizou Seu fim.
Imagine agora, amigo, Maria olhando para Jesus que
estava pendurado numa cruz junto com dois ladrões. Aquelas mãozinhas que
a virgem Maria segurou, agora estão pregadas na cruz do Calvário e o
sangue pinga lentamente dos furos que os pregos fizeram. Aqueles
pezinhos que ela tantas vezes ensinou a andar nos caminhos de Deus,
agora estão pregados lá na cruz do Calvário. Aquela fronte que ela
beijou carinhosamente tantas vezes, agora estava alí, furada por uma
coroa de espinhos. Ali estava a mãe acompanhando seu filho até o fim.
Todos tinham abandonado o Senhor. Seus discípulos
tinham ido embora; a multidão caçoava dEle, os soldados riam de sua
situação, os sacerdotes o acusavam, mas a mãe permanecia perto da cruz.
Queridos, o amor dos pais é um amor mal-compreendido.
Esse amor nada espera. E porque talvez nada espera, nada cobra. É
porém, geralmente, mal-compreendido.
Quero neste momento falar principalmente aos jovens.
Há coisas que vocês só entenderão no momento em que
alguém colocar em suas mãos um pedacinho de ser humano e lhe disser:
Esse é seu filho. Quando você tomar em seus braços esse ser, carne da
sua carne, sangue do seu sangue, aí então, talvez, você entenda muita
coisa que hoje você não compreende.
Outro dia recebi a visita de uma garotinha de 13 anos
que estava querendo fugir de casa. Perguntei-lhe por que queria fazer
isso. "-Para onde você irá?" Indaguei. E ela me respondeu: "-Não importa
onde irei. Qualquer lugar vai ser melhor do que a minha casa. Meus pais
não me compreendem, não acreditam em mim. Todos os pais acreditam em
seus filhos, menos os meus. Eles não confiam em mim."
Pedi que ela me explicasse melhor o que estava
dizendo. E ela disse que sábado à noite foi a uma festinha de
aniversário de uma coleguinha e disse para os pais que chegaria às 11:00
da noite. Acontece que depois da festinha a turminha decidiu fazer
outro programa e ir para outro lugar. E ela pensou: Vou? Não vou? E
finalmente decidiu. Na idade dos 13, 14 anos, os amigos são mais
importantes que qualquer coisa, não é assim que pensam os jovens? O que
os amigos pensam a nosso respeito é muito mais importante do que Deus
pensa de nós, do que os pais pensam de nós. Vivemos em função dos outros
colegas.
Bem, não avisaram ao pai, não avisaram à mãe e todos foram para outro lugar. Ninguém sabia onde eles tinham ido.
O pai ligou às 11 da noite para a casa do
aniversariante e alguém lhe disse: "-Ela já saiu." Então, o pai esperou
até uma hora, duas horas da manhã e a filha não chegou. Três horas da
manhã e a filha não apareceu. Quatro horas da manhã e nada! Quando ela
chegou 4:30 da manhã, o pai e a mãe estavam na sala, andando de um lado
para o outro, desesperados, sem saber mais o que fazer. E quando a
garota abriu a porta, o pai quase gritando disse: "-Isto são horas de
chegar? Por que você não me avisou?" A menina não saiu no domingo para
outro compromisso que tinha com os amigos.
Agora, ali na minha frente, ela estava dizendo que ia
embora, que qualquer lugar era melhor que seu lar porque seus pais não
acreditavam nem confiavam nela. Todas as suas amiguinhas chegaram em
casa e os pais estavam dormindo tranqüilos, porque "confiam nos filhos";
mas como os pais dela não confiam, estavam acordados até 4:30 da manhã!
Queridos, quer dizer que para que a filha saiba que o
pai acredita nela, é preciso que o pai tenha um coração de pedra e
esteja dormindo às 4:30 da manhã, enquanto sua filha está fora numa
cidade como São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Curitiba,
Belo Horizonte, ou outra qualquer cidade do mundo por aí?
Você não acha que às vezes somos injustos com os
pais? O pai geralmente sonha para si mesmo, mas quando nasce o filho,
para de sonhar para si e começa a sonhar para ele.
Você não acha que às vezes somos injustos com os
pais? Os pais deixam muitas vezes de fazer certas coisas que gostam para
fazer coisas que os filhos gostam. As vezes passam por dificuldades
porque querem dar o melhor para seus filhos: a melhor escola, a melhor
roupa, o melhor calçado, o melhor alimento. E, queridos jovens, eles
fazem tudo isso com muita alegria porque o sonho do pai é você.
Neste momento eu gostaria de dizer que se você tem um
pai vivo, ou uma mãe viva, pegue um papel e uma caneta e escreva uma
carta. Talvez a única coisa que seus pais esperam de você, é que você
diga: "-Mãe, eu te amo!" Mais nada. Isso compensa tudo. Isso paga
qualquer sacrifício. Os pais nunca estão esperando nada. Eles não o
educaram para que quando você crescesse os sustentasse. Nenhum pai faz
isso. Eles simplesmente serão felizes se você crescer e for feliz.
Talvez tudo o que esperam é que você simplesmente diga: "-Pai, eu
reconheço e te amo por isso. Obrigado!" E mais nada.
Voltemos os olhos ao Calvário. Ali, perto da cruz
estava a mãe de Jesus. Do outro lado, o discípulo amado, o único que
ficou perto de
Jesus até o fim.
Porque você acha que ele foi o único discípulo que
não abandonou seu Mestre? Jesus teve doze discípulos. Os doze mantiveram
comunhão com Jesus, só que onze deles se limitaram a uma comunhão quase
formal: eram bons membros de igreja, viviam vidas maravilhosas de
obediência, mas, era só!
João era diferente. Ele saía da mediocridade, da
monotonia, da rotina. João não se contentava em apenas ser um bom membro
de igreja ou cumprir o mínimo indispensável. João ia além. Não estava
satisfeito se não encostava a cabeça no coração de Jesus. Ele tentava
viver uma experiência pessoal, especial, diferente com o Mestre.
Conheço um pastor que sempre me intrigou. Não por
algo ruim, mas por algo muito bom. Cada vez que o vejo me dá a impressão
de que estou vendo o Senhor Jesus. Ele nunca foi Presidente de nada,
nem sequer é pastor de alguma igreja grande. Nunca fez mestrado nem o
enviaram para o estrangeiro. Ele é o típico pastor de uma igreja de
interior. Já se aposentou depois de 40 anos de ministério!
Um dia, eu estava vivendo um momento muito difícil na
minha vida, e precisava conversar com um pastor. Precisava abrir meu
coração. E pensei: "-Aonde vou? Falo com quem? Procuro quem?" Há
momentos em que um pastor também precisa de um pastor. Chegara o meu
momento. A quem procurar?
De repente, por algum motivo, aquele pastor apareceu
na minha mente. Conversamos meio dia e realmente não fiquei desapontado.
Precisava ouvir o que aquele homem disse para mim, e de repente, depois
de conversar, percebi que estava me afogando num copo de água. As
palavras dele foram sábias. Evidentemente era um homem que tinha uma
vida de comunhão maravilhosa com Deus.
Ao despedir-me dele, apertei sua mão e disse:
"-Pastor, sempre notei algo especial em sua vida. Sabe porque eu vim
falar com o senhor? Porque o senhor sempre me inspirou algo bonito.
Perdoe-me o que vou lhe dizer: Mas cada vez que aperto a sua mão tenho a
impressão que estou apertando a mão de Jesus. Eu acho que Jesus olhava
do jeito que o senhor olha, que Jesus falava do jeito que o senhor fala.
Agora me diga: Qual é o segredo? Por que o senhor é assim? O senhor foi
pastor durante 40 anos. Se aposentou e não tem uma palavra de crítica
para ninguém, não tem uma palavra de insatisfação, o senhor nunca se
sentiu injustiçado. Qual é o segredo?"
E ele me disse: "-Não sei filho, não sei do que você
está falando. Eu simplesmente sou assim." Eu continuei: "-Vou fazer-lhe
outra pergunta: Quanto tempo o senhor passa cada dia em comunhão direta
com Jesus?" Ele respondeu: "-Não sei, talvez 6 ou 7 horas. Por que?"
Ali estava o segredo da vida poderosa daquele homem.
João tinha descoberto esse segredo. Por isso, saiu da
monotonia da comunhão distante, encostou a cabeça no coração de Jesus. E
quando as provações chegaram, os onze bons membros de igreja foram
embora. O único que permaneceu fiel até a morte foi o discípulo amado,
aquele que saiu da rotina da vida.
E agora Jesus olha para João e Maria e diz: "-João,
eis aí a tua mãe. Maria, eis aí o teu filho." Quero fechar os olhos com a
certeza de que você, João, irá cuidar da minha mãe. Quando Jesus disse
para João: eis aí a tua mãe, em outras palavras estava dizendo: "-João,
por favor, ocupe meu lugar. Eu estou partindo. Faça o que Eu teria que
fazer: cuide da minha mãe. Faça as minhas obras, faça a minha vontade.
Ande nos meus caminhos, ande como Eu andaria, faça como Eu faria, viva
como Eu viveria, tome o Meu lugar."
Querido, esse é o grande encargo de Jesus para nós
hoje. "Filho, tome o meu lugar, fale as minhas palavras, realize os meus
atos,
viva a minha vida."
Há um pintor que pintou o quadro de Maria, João e
Cristo de uma maneira extraordinária. A cruz do Calvário ao fundo. Jesus
está ali agonizando, praticamente já sem vida, as sombras da noite
começaram a tomar conta do lugar e João, segurando Maria pela mão,
leva-a consigo para cumprir o encargo que Jesus lhe deixou. Na outra mão
de Maria há algo que ela guarda com muito cuidado. O que é isso? O
pintor colocou na outra mão da Maria a coroa de espinhos que furou a
fronte de Jesus. Aquele pintor deve ter imaginado aquele quadro, mas é
justamente o que Jesus quer fazer por nós.
Queridos, Ele nos deixou uma missão: cuidar de tanta gente desesperada que vive neste mundo. O cumprimento da missão tem
resultados maravilhosos.
Conheço um pastor, colega meu no Peru. Ele tomou a
missão em suas mãos e saiu visitando as prisões. Naquela ocasião, numa
das prisões no Peru, estava preso um homem que o país inteiro queria ver
morto. Tinha entrado uma noite na casa de uma família. Amarrou o marido
e os filhos e na presença de todos eles, estuprou a mulher. Depois,
matou a mulher, o marido e os filhos.
A polícia prendeu aquela fera humana. Em meu país
existe a pena de morte. Quem mata dessa maneira só pode morrer. Esse
homem foi condenado à morte. O país todo, a uma só voz gritava: "Esse
homem tem que morrer. Ele não merece mais continuar vivendo." Acontece
que os advogados deste criminoso apelaram. Apelaram para a Câmara de
Deputados, para a Câmara de senadores, apelaram para o Presidente da
República. Ninguém atendia à apelação. Os meses iam-se passando.
Apelaram até para o Papa, tentando salvar a vida deste marginal. Mas o
País todo, como um só homem, clamava: "Esse homem tem que morrer."
Nesse ínterim, meu colega, o pastor Iturrieta,
cumprindo o mandato de Jesus: "Quem faz a um pequenino, está fazendo a
mim," visitou as prisões e conheceu de perto este homem. Ele não queria
saber de Jesus. Ele não queria saber de Deus. Ele não queria saber da
Bíblia. Mas o pastor Iturrieta tinha um jeito especial de falar de Jesus
e cativou o coração daquele marginal. Em pouco tempo, este homem
reconheceu a perversidade de sua vida, reconheceu a imundícia de sua
atitude, o horrendo ato que tinha cometido e caiu ajoelhado ao lado do
pastor Iturrieta dizendo: "-Pastor, eu não posso mais corrigir o que
fiz; eu não posso mais remediar nada. Como fui capaz de fazer algo
assim?" De repente, Deus tirou de seus olhos uma venda e ele enxergou a
malignidade do seu pecado. Ele se agarrou em Jesus Cristo, acreditou na
salvação e entregou a sua vida a Ele.
O pastor Iturrieta pediu licença às autoridades para
batizá-lo dentro da prisão. Foi manchete em todos os jornais peruanos. O
famoso assassino foi batizado como membro da Igreja Adventista na
prisão. Isso levantou polêmicas na televisão, nas rádios e nos jornais.
Todo mundo começou a fazer foruns de discussão. Muitos diziam: "-Claro,
agora está fazendo isso para tentar ganhar a opinião pública porque sabe
que a morte está chegando para ele. Que conversão é essa, depois de
tudo o que fez? Agora que não pode fugir, agora que a morte está
chegando, isso não é conversão! A igreja não deveria se prestar a esse
papel."
Finalmente chegou o dia da execução. Ele foi levado
num barquinho a uma ilha. Só o acompanhavam os seis soldados que iam
atirar nele. Cinco deles tinham balas de verdade. Um deles, bala de
festim. Dessa maneira, cada soldado tinha a possibilidade de não ter
sido ele quem matou, para poder ficar com a consciência tranqüila. Outra
pessoa que acompanharia o processo de execução, era a autoridade
judicial. E finalmente, o assistente espiritual, que neste caso era o
pastor da Igreja Adventista. E ele conta a experiência.
Em sua última noite na prisão, aquele homem passou a
noite toda cantando. Os outros presos diziam: "-Você não tem medo de
morrer?" Ao que ele respondia: "-Não, não tenho medo de morrer. Eu
mereço morrer. Eu só sinto porque minha morte não pode devolver a vida
às pessoas que eu matei. Mas morro feliz porque de alguma maneira Jesus
me encontrou aqui, me transformou e me perdoou. Amanhã vou morrer, mas
ressuscitarei quando Cristo voltar. Vou para o momento final levando
esperança em meu coração."
Às seis da manhã colocaram-no no barquinho e
levaram-no para a ilha. Quando o sol estava saindo, amarraram-no num
poste para ser fuzilado. Os soldados se colocaram a postos para atirar.
Pediram para ele expressar seu último desejo. E ele disse: "-Tenho dois
pedidos: Eu quero morrer sem vendas nos olhos e por favor, deixem-me
cantar um hino. Quero morrer depois de cantar." As autoridades
permitiram que ele cantasse.
Meu amigo, a morte de Cristo teve um propósito: Dar
esperança ao desesperado, dizer a ele que nem tudo está perdido, que
hoje é um novo dia para recomeçar, que hoje você pode estender a mão e
segurar Seu braço poderoso.
Aquele homem o fez. Você o conhecerá um dia, quando
Cristo voltar. Ele lhe contará como fechou os olhos sem medo da morte.
Triste pelo que havia feito, mas feliz porque tinha conhecido a Jesus.
Ele cantou as duas primeiras estrofes, mas quando começou a cantar a última, foi fuzilado.
Eu gostaria de convidá-lo a aceitar Jesus como seu Salvador agora. Abra seu coração.
VOU CONTAR-VOS
Letra e Música: Charles F. Weigele
Vou contar-vos o que penso do meu Mestre,
Como Dele recebi a luz e a paz.
El' mudou-me, eu bem sei, completamente,
Como Cristo nenhum outro satisfaz.
Coro
Sempre cuidará de mim meu Mestre.
Com desvelo e compaixão sem fim.
Nenhum outro tira a culpa do pecado.
Oh, como Ele ama a mim.
Com a vida toda cheia de pecado,
na miséria e com dor no coração,
El tomou-me em Seus braços de ternura.
Deu-me vida, gozo, paz, consolação.
ORAÇÃO
Querido Pai, na cruz do Calvário, Jesus cumpriu Seu
papel de filho, ensinando aos cristãos que cristianismo não é somente
dedicar-se às coisas espirituais. O verdadeiro cristão cumpre com suas
responsabilidades. Ele foi um bom filho até o fim e na cruz, confiou o
cuidado de Sua mãe a um discípulo que viveu uma vida maravilhosa de
comunhão com Ele. Hoje, Ele nos confia a mesma missão. Nos diz: "Filho,
ocupa meu lugar. Fala as minhas palavras, vive a minha vida, faz as
minhas obras. Aqui estão as pessoas recebendo a missão e dizendo:
"Senhor, estou pronto a cumprir o Teu plano para a minha vida". Obrigado
por isso, Pai. Em nome de Jesus. Amém.
Fonte: http://sermoes.com.br/sermoes.phphttp://sermoes.com.br/sermoes.php
0 comentários :
Postar um comentário