SOB SUAS ASAS.
ASSUNTO: Confiança
TESE: As provas devem levar-nos a confiar no cuidado de Deus.
OBJETIVO: Levar as pessoas a confiar em Deus a despeito das provações.
INTRODUÇÃO: Às vezes nos deparamos com situações em que somos tentados
a duvidar do amor de Deus. Tentados a desistir, a retroceder... A perca do
emprego, o abandono do esposo, a morte de um ente querido... nos leva a uma
única pergunta: Por que Senhor Por que
permitiste? Hoje vamos descobrir através da estada de Elias no lar em Sarepta, lições
que Deus deseja ensinar-nos quando permite as adversidades em nossas vidas.
I. OS FILHOS DE DEUS TAMBÉM SOFREM.
a. Uma realidade mesmo na vida
de um filho de Deus.
“Depois disto”, ...Depois de presenciar os milagres de Deus em Querite,
o cuidado de Deus em sua viagem a Sarepta e o milagre diário da farinha e do
azeite, a tragédia bate a porta de
Elias.
b. Ser Cristão não nos isenta dos sofrimentos. Os problemas não
acabarão por Ter-mos aceitado a “Cristo”. Ela possivelmente, teria sido
adoradora de outros deuses, até que conheceu o Deus verdadeiro. Mas aceitá-lo
não implica que não teremos mais problemas, que eles desaparecerão. Elias
também aprendera isto. A vida era
relativamente tranqüila em Gileade antes de começar a servir ao Senhor. Jamais
soube o que eram problemas sérios até tornar-se servo de Deus.
ILUSTRACÃO: Durante uma semana de Evangelismo em São Paulo, Rita
houvera comparecido todas as noites. Mas apesar dos diários apelos do orador
para que ela entregasse sua vida a Cristo não o fez. Chegara o último dia , e
então sem mais conseguir resistir ao convite do Espirito veio à frente. Mas ao
final do culto, procurou o Pastor para
expressar seu arrependimento por ter aceitado a Cristo. E que ao sair àquela
noite para ir embora, descobriu que seu carro fora roubado não entendia porque
Deus havia permitido aquilo, já que ela havia acabado de aceitá-lo.
II. COMO SER GENTIL QUANDO PROVOCADO.
a. A provocação (v. l8). A mulher culpa Elias pela pior coisa que
poderia Ter acontecido em sua vida: a morte de seu filho querido. Ela também
encara a morte como uma condenação vinda de Deus. A mulher colocou a culpa em
Elias muito embora o profeta não tivesse feito nada para merecer essa reação
dela. A viúva sequer considerou o fato de que, graças a presença de Elias e ao
poder de Deus, tanto ela como seu filho haviam sido sustentados por meio da
miraculosa provisão diária de alimento.
b. Humildade. Elias poderia ter dito que ela estava enganada, que
afinal fora através dele que Deus tinha lhe mantido a vida ate então. Mas não o
fez.
c. Elias nos ensina a sermos gentis mesmo em face da provação. Nos
devemos aprender a vencer nosso espirito violento tornar-nos semelhantes a
Cristo. A prendei de mim que sou manso e
humilde de coração.
ILUSTRACAO: Durante uma semana de oração em que fiz em fevereiro de
2000 em São Paulo, estava me dirigindo para o culto no carro do meu cunhado,
acompanhado de alguns irmãos. Enquanto brincava-mos com o um colega (Renato)
sobre o fato da felicidade estampada em seu rosto, pelo recente namoro
começado, uma irmã que ia frente não
sabendo com quem perguntou ao
Renato com quem estava namorando. E a
resposta do Renato, ela devolveu: Você merecia coisa melhor. Todos
ficamos chocados com a rispidez da irmã, esperando que ele a respondesse. Mas permaneceu calado.
Foi gentil quando provocado.
III. COMO SER UM HOMEM DE ORAÇÃO
a. Carregando o fardo uns dos outros.
Elias simplesmente diz: “Dê-me teu filho” (v.l9). Não discute com ela.
Não a repreende. Não tenta argumentar... simplesmente pede que ela coloque o
fardo nos braços dele. Devemos aprender com Elias a carregar os fardos uns dos
outros. .A interceder pelos outros.
b. Tendo um lugar de oração: Elias sobe então os degraus que o levam ao
lugar onde regularmente havia batalhado perante Deus. Digo por que creio que
Elias havia passado horas e talvez dias, ajoelhado em oração naquele quarto. Elias havia adquirido
este hábito quando sozinho em Querite.
c. Sendo perseverante: (v.21). Elias orou a primeira vez e Deus não
respondeu, orou a Segunda vez e não houve ainda resposta. Mas ele não desistiu,
e na terceira vez Deus operou o milagre,
devolvendo a vida ao menino.
ILUSTRAÇÃO: Vista no chão, dizia São Francisco de Salles, a vara
misteriosa de que se serviu Moisés na presença de Faraó parecia uma serpente
medonha, mas vista nas mãos do condutor
do povo de Deus era precioso instrumento com que operara prodígios. Assim a
tribulações deste modo: considerada em si mesma, são tristes e insuportáveis,
mas recebidas das mãos de Deus pela fé são preciosa e cheias de ensinamentos.
CONCLUSÃO: Elias aprendeu que mesmo os filhos de Deus estão sujeitos as
provações, a ser gentis frente as
provocações e a ser perseverante nas orações. Mas acima de tudo,
que essas provas são na verdade o meio pelo qual somos disciplinados e purificados.
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