sábado, 27 de dezembro de 2014

COMUNHÃO - O SEGREDO DA FELICIDADE



O SEGREDO DA FELICIDADE


ASSUNTO: Felicidade
OBJETIVO: Encorajar os membros a viverem na dependência de Deus, pois este é o segredo da felicidade.
TESE: Depender de Deus é o segredo da felicidade.
TEXTO: Filipensses 4:4

INTRODUÇÃO:
A felicidade é um elevado ideal de cada ser humano. Todos nós nascemos para ser felizes, e todos desejam ser felizes.
Quando um jovem ingressa na faculdade, ele busca uma realização profissional, visando a sua felicidade; quando os noivos vão ao altar pedir a benção divina para o casamento, eles almejam ser felizes; quando marido e esposa planejam um filho, ambos entendem que a chegada deste proporcionará a felicidade do casal.
O nosso Deus também é feliz, e ao criar o mundo perfeito, o Seu propósito era tornar o homem feliz. Infelizmente o pecado desfez o estado de felicidade que o homem tinha a princípio, e desde então Deus tem procurado trazer de volta a felicidade perdida no Éden.

I)              FELICIDADE – TEMA DA CARTA AOS FILIPENSSES

1)      Embora todos vivam em busca da felicidade, muitos ignoram que a completa e genuína felicidade, só pode ser encontrada em Jesus Cristo.
2)      O texto de filipensses 4:4 (ler) apresenta o tema central da carta de Paulo aos crentes em Filipos: regozijo no Senhor!
3)       A carta está repleta de palavras que expressam o ânimo e a alegria no viver com Cristo. Poderia também ser chamada de “A Carta da Alegria”, pois dos 104 versos, 14 vezes Paulo usou expressões como alegria, alegrar-se ou regozijar-se.
4)      Porém, quem era Paulo? Onde ele estava quando escreveu a carta aos filipensses? Em que circunstâncias ele se encontrava? Tinha ele motivos justos e suficientes para escrever tais palavras?
5)      (Comentar sucintamente a conversão de Paulo, enfatizando o quanto ele sofreu por amor a Jesus Cristo).
6)      Pregando em Roma, Paulo foi encarcerado naquela cidade por volta do ano 60-64 d.C., data em que provavelmente a carta foi escrita.
7)      A igreja de Filipos, que havia sido fundada por Paulo cerca de 10 anos antes em sua segunda viagem missionária, sabendo do aprisionamento e necessidades do apóstolo, enviou um dos seus representantes, Epafrodito (Fl. 4:18), para auxiliá-lo e suprir as suas necessidades pessoais com dádivas e serviços.
8)      Na volta de Epafrodito a Filipos, Paulo enviou a carta com palavras de gratidão, encorajamento e instruções àquela igreja.

II)           A DEPENDÊNCIA DE DEUS ERA O SEGREDO DA FELICIDADE DE PAULO

1)      Sim queridos, em uma sombria prisão, privado dos costumeiros confortos da vida, e não podendo realizar abertamente a sua mais alta prioridade, a pregação do evangelho, Paulo, ainda assim, recomendou os cristãos a regozijarem-se no Senhor!
2)      Que confiança maravilhosa! Que exemplo digno de ser seguido! Rodeado das mais adversas circunstâncias, transmitiu palavras de ânimo, esperança e alegria no Senhor!
3)      Ler filipensses 4:5-7: “Seja a vossa moderação conhecida diante de todos os homens: Perto está o Senhor...não andeis ansiosos...sejam conhecidas as vossa petições diante de Deus...”
4)      Ler filipensses 4:10-13: “Alegrei-me sobremaneira...aprendi a viver contente em toda e qualquer situação...”
5)      No verso 13 ele revela o segredo para justificar a alegria que o contagiava: “Tudo posso naquele que me fortalece”.
6)      Ah queridos, quão diferente será a nossa experiência cristã se dissermos em meio as dificuldades: “Tudo posso naquele que me fortalece”.
7)      Quão mais agradável e suave será o nosso jornadear se as nossas ansiedades e petições forem colocadas diante do Mestre!
8)      A alegria de viver com Cristo, a alegria que provém de um relacionamento de dependência com Ele, no ajudará a superar as adversidades da vida.
9)      É verdade queridos, que todos nós temos os nossos problemas...é verdade que a medida que nos aproximamos do fim, os ventos das dificuldades sopram mais fortes...é verdade que nem todos os nossos sonhos podem ser realizados...é verdade que muitas das nossas esperanças já foram frustradas...é verdade que muitos dos nossos sonhos e projetos, por vezes se assemelham a castelos de areia...
10)  Mas não existe nada que possa justificar a perda da nossa verdadeira alegria, porque a nossa verdadeira alegria independe de todas as coisas sobre a terra, porque tem a sua fonte na contínua dependência de Jesus Cristo.
Ilustração: Um dia, um rei estava caminhando através de um bosque, desacompanhado dos seus guardas. Demonstrava imenso descontentamento com a sua vida, embora fosse possuidor de grandes fazendas e incalculável tesouro. Repentinamente, chegaram aos seus ouvidos, ecos de uma suave balada cantada por um rústico trabalhador, que solfejava o estribilho: “Sou filho de um Rei!” – enquanto cavava um canal. O rei aproximou-se do irlandês, e, comovido, perguntou-lhe por que se encontrava tão contente realizando uma tarefa tão dura! Ele respondeu com um sorriso: “Sou filho de um Rei e possuo uma grande herança que receberei quando os labores desta vida terminarem!” O rei começou a meditar e chegou a conclusão de que o segredo da felicidade e a paz na vida não consistem nas riquezas, mas na completa dependência do Senhor![1]


11)  De maneira semelhante àquele rústico trabalhador, Paulo não limitou a sua felicidade nas coisas deste mundo. A sua felicidade estava baseada na confiança que ele tinha em Deus de alcançar a glória futura. (ler filipensses 3:20-21)


CONCLUSÃO:

Sim queridos, a felicidade genuína fundamenta-se em Cristo. A experiência de Paulo necessita ser a nossa experiência, a fim de que diariamente sintamos a providência de Deus agindo em nossas vidas, pois viver na dependência de Deus é o segredo da verdadeira felicidade.

APELO: 

Nesta manhã (noite), Jesus Cristo está dizendo: “Filho não adianta buscar a felicidade em outras fontes. O segredo da felicidade esta em viver na Minha completa dependência. Por que não lançar-se hoje mesmo sob os Meus cuidados paternos a fim de experimentar esta genuína felicidade em sua vida?”. Quantos gostariam de atender o apelo divino?


                   [1] Moyses Marinho de Oliveira. Manancial de Ilustrações, 2a ed. (Rio de Janeiro: JUERP, 1983), 99.

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